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	<title>Jardel Music</title>
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	<description>Música e Áudio</description>
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		<title>Sobre cachês, camarões e carreiras</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 14:30:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>missionariojose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Durante a semana passada assistimos novamente ao despertar de um gigante, nunca totalmente adormecido, que é a discussão sobre e ao redor do Circuito Fora do Eixo, promovida por agentes de uma porção específica do cenário musical brasileiro atual. Os eventos da semana passada e dessa aconteceram basicamente em torno de uma polêmica que começou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Durante a semana passada assistimos novamente ao despertar de um gigante, nunca totalmente adormecido, que é a discussão sobre e ao redor do <a href="http://foradoeixo.org.br/">Circuito Fora do Eixo</a>, promovida por agentes de uma porção específica do cenário musical brasileiro atual. Os eventos da semana passada e dessa aconteceram basicamente em torno de uma polêmica que começou entre o <a href="http://twitter.com/#!/missionariojose">Twitter</a> dos meus amigos <a href="http://twitter.com/#!/chinaina">China</a> e <a href="http://twitter.com/#!/danielganjaman">Daniel Ganjaman</a>, e de lá migrou para o <a href="http://chinaman.com.br/fora-do-eixo-e-longe-de-mim/">blog do China</a>, por conta de algumas colocações que ele fez a respeito do Coletivo, questionando algumas das posturas deste. De lá a discussão enveredou por outros twitters, facebooks e blogs, como o do <a href="http://artistaigualpedreiro.blogspot.com/2011/11/brasilmostra-tua-caraquero-ver-quem.html">Bruno Kayapy</a>, que eu não conheço pessoalmente, mas cujo trabalho à frente do <a href="http://macacobong.tnb.art.br/">Macaco Bong</a> eu admiro muito. Mesmo com toda a dificuldade que blogs com fundo preto e letras brancas proporcionam à leitura, li ambos os textos, e acompanhei em parte as manifestações nas redes sociais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E qual é o problema do Fora do Eixo, afinal?</strong> A grande crítica feita ao FDE, de um modo geral, vem do fato de que na maioria dos festivais e eventos ligados ao Coletivo os artistas participantes não recebem cachê. A isso se agrega a prerrogativa que alguns de seus integrantes assumem segundo a qual pagar cachê para as bandas é desnecessário, pois a banda ou o artista já tem como contrapartida a exposição do seu trabalho a um público novo, em uma praça diferente. Normalmente associa-se essa postura a uma das figuras centrais do Coletivo, o produtor <a href="http://www.oinimigo.com/blog/2010/01/11/mercado-mutante-independente/">Pablo Capilé</a> que, num golpe do acaso, proferiu em entrevista a lapidar frase <em>&#8220;Eu sou dentro da <a href="http://www.abrafin.com.br/">ABRAFIN</a> um defensor de que não se deveria pagar cachê as bandas&#8221;</em> comendo camarão à beira-mar no Nordeste brasileiro, o que deu pano pras mangas o suficiente para o efeito <a href="http://beatlesnumber9.com/biggerjesus.html">John Lennon</a> transformá-lo, em poucos segundos e ao mesmo tempo, numa espécie de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chris_Anderson_%28writer%29">Chris Anderson</a> dos trópicos e no <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mr._Burns">Mr. Burns</a> do rock alternativo, para uns e outros de acordo com suas tendências pessoais e particulares.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos fundadores do Coletivo FDE é outro amigo meu, o <a href="http://twitter.com/#!/fabricio_nobre">Fabrício Nobre</a>, atual presidente da <a href="http://www.abrafin.com.br/">ABRAFIN</a>, que conheci há mais de dez anos quando eu tocava no <a href="http://www.myspace.com/supersoniques">Supersoniques</a>, e fomos tocar em Goiânia no festival Bananada. Nessa época não existiam o FDE nem a ABRAFIN, mas as idéias que levaram à sua criação já estavam pululando por cabeças diversas ao redor do país. Lá no Bananada, tocamos de graça, assim como no dia seguinte tocamos de graça no <a href="http://www.gatespub.com.br/">Gate&#8217;s Pub</a> em Brasília, junto com o <a href="http://tramavirtual.uol.com.br/prot%28o%29">Prot(o)</a>. Digo de graça porque não lembro se algum dos shows deu algum dinheiro, mas se deu certamente não foi o suficiente para pagar o custo das passagens aéreas que nos levaram até o planalto central desse nosso país gigante, cujas dimensões e a falta de estradas decentes são dois dos grandes empecilhos para qualquer produção cultural, ainda mais para o florescimento de uma cena musical independente. Nessa época éramos mais jovens do que hoje, e já ganhávamos algum dinheiro aqui e ali trabalhando &#8211; eu mesmo já trabalhava como músico profissional na noite Recifense, e dava aulas de música &#8211; e para nós fazia muito sentido investir parte dos nossos ganhos em viagens para tocar de graça pelo Brasil. Nenhum dos membros do Supersoniques ou do Prot(o) na época era casado ou tinha filhos, circustâncias que não se prolongariam por muito tempo, e apesar de não termos sido bandas profissionais no sentido de ganhar a vida com o dinheiro que gerávamos, acho que as duas bandas eram muito boas ao vivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas voltando aos dias de hoje e à discussão em questão, primeira coisa que me chama a atenção é que está cada vez mais difícil promover um debate entre pontos de vista discordantes na internet. O que acabamos verificando é uma gritaria de um lado e do outro, cada um berrando com seu cordão. Nesse sentido o texto do China deixa bem claro que aquela é uma opinião de um indivíduo isolado que, como é o caso da maioria de nós que tentamos viver trabalhando com música, obtém o seu sustento a partir de um misto de fontes: seu emprego como apresentador da MTV, cachês de shows, venda de discos seus e de outros artistas lançados pelo seu <a href="http://joinharecords.com.br/">selo</a>, etc.. China não é essencialmente contra o FDE, mas questiona a ausência de cachês, e levanta algumas questões em relação ao uso de dinheiro público através de Leis de Incentivo Fiscal, não só nos festivais do FDE, mas de um modo geral &#8211; o que por si só constitui outra discussão tão longa e acalorada quanto. Lendo o texto de Kayapy, e também outros textos anteriores a respeito, como o do meu ídolo de infância <a href="http://redepotiguardemusica.blogspot.com/2010/05/carta-aberta-aos-musicos-e-artistas-por.html">João Parahyba</a>, vejo que a questão do cachê é central nessas discussões, e portanto vamos a ela:</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de falar de cachê, é importante lembrar que <strong>existe uma diferença grande entre tocar de graça e pagar para tocar.</strong> Em seu texto, Kayapy levanta um ponto muito importante: o dinheiro &#8211; na forma ou não de cachê &#8211; não é tudo. Eu mesmo não conheço nenhum músico que decidiu ser músico pra ficar rico. Conheço publicitários, advogados, engenheiros e funcionários públicos, entre outras categorias, que optaram por suas carreiras com foco nos ganhos financeiros que elas poderiam proporcionar, e não me cabe julgar se eles estão certos ou errados. Mas músico profissional, nenhum. <a href="http://euovo.blogspot.com/2011/06/o-toque-do-rojao-de-rodrigo-cacapa.html">Rodrigo Caçapa</a>, que assim como eu é músico em tempo integral e também não ficou rico, tem uma frase que eu adoro, aonde diz que não ganhou muito dinheiro com música na vida, mas que a música &#8220;me levou a lugares que nenhuma outra profissão me levaria&#8221;. E isso é verdade. O que não quer dizer que todo músico precisa fazer <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Poverty#Voluntary_poverty">voto de pobreza</a>, como é mister em algumas ordens religiosas.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia boa parte da <strong>minha</strong> atividade musical consiste em acompanhar outros artistas tocando com a <a href="http://lulilandia.wordpress.com/">Lulina</a>, com o <a href="http://twitter.com/#!/felipemombojo">Trio Eterno</a> e com a <a href="http://www.myspace.com/volverbrasil">Volver</a>. Com todos esses artistas, a minha posição em relação a cachês sempre foi clara desde o primeiro dia: Eu não me incomodo em tocar de graça, <strong>desde que seja por um bom motivo.</strong> O que configura um bom motivo cabe a mim e ao meu contratante decidir, dentro da nossa própria realidade. A segunda parte do meu contrato diz que <strong>eu não tenho condições de pagar pra tocar.</strong> Eu já paguei pra tocar um bocado na minha vida/carreira. Já carreguei muito amplificador pela rua do Sol em Olinda, e no ônibus Maria Farinha / Casa Caiada , indo e voltando do Famas &amp; Cronópios &#8211; Pocoloco pra tocar de graça. Já fui roadie de perna engessada pro <a href="http://feijaotropeiro.blogspot.com/2006/11/jorge-cabeleira-e-o-dia-em-que-seremos.html">Jorge Cabeleira</a> no <a href="http://escarronapalm.blogspot.com/2009/08/bhrif-15-anos.html">BHRIF</a> em 1994, e comecei a fazer PA assumindo os <em>faders</em> no show dos <a href="http://www.heavymetalcenter.net/2011/02/dead-billies-discografia-completa.html">Dead Billies</a> no Abril Pro Rock em 1997. Eu estive lá e ganhei a camiseta, já tão usada que se esfarrapou &#8211; junto com uma camisa do <a href="http://soundcloud.com/eddie-veraneio">Eddie</a> autografada pelo <a href="http://www.sonicyouth.com/symu/lee/">Lee Ranaldo</a> e pelo <a href="http://vampireblues.net/">Steve Shelley</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Acontece que hoje em dia, eu não posso mais pagar pra tocar, seja <a href="http://missionariojose.tnb.art.br/">sozinho</a>, seja com a minha banda, seja com os artistas que eu acompanho. A minha vida hoje em dia não permite, pois tenho algumas obrigações que assumi, de bom grado, ao optar por ser pai, ser marido, e buscar minha subsistência ao estudar e ensinar música, tocar e compor. Também acho que não há nada de errado em querer trabalhar com música e não viver dependurado na Serasa. Houve uma época em minha vida que eu podia passar 5 dias num ônibus pra chegar em outra cidade, tocar pra quem quer que lá estivesse, comer um feijão com arroz na casa dos camaradas, fumar um baseado com a rapaziada e dormir onde desse, pra depois repetir a dose, arcando com os eventuais custos que sobrassem pra mim. Mas essa época passou, e eu sou muito feliz com a vida que eu levo hoje em dia. Ela me permite que eu toque de graça, mas não me permite gastar com isso, pois o dinheiro que me sobra, quando e se sobra, eu prefiro investir em <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Woodcut">outras</a> <a href="http://cycling74.com/">coisas</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante lembrar que o mercado musical brasileiro <strong>não se restringe à circulação de bandas de rock ou pop</strong>, muito menos de rock independente e/ou alternativo. Existem muitos músicos, e existem muitas músicas, e para cada contexto, as questões de logística, de mercado e de demanda variam um bocado. O Macaco Bong é um trio que pode tocar em qualquer lugar em que haja uma bateria, um amplificador de baixo e um amplificador de guitarra. Isso é ótimo, mas essa mobilidade não é compartilhada por todo mundo. O caráter solidário e colaborativo do Coletivo Fora do Eixo é louvável, mas é importante lembrar, ao estruturar uma grade de programação de um festival de música, que nem todo mundo é banda de rock, e nem todo mundo tem a disponibilidade de investir dinheiro e tempo para participar de um evento que vai gerar somente dividendos não monetários. Na teoria, cabe a cada organizador de festival e a cada músico / artista decidir se vale a pena. Na prática, vemos que quem topa a parada são bandas de adolescentes de todas as idades, e bandas cujos integrantes trabalham em outros meios, que permitem esse investimento. Nada de errado com isso, mas esse perfil não delimita a produção cultural independente do Brasil como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo de produzir um festival é custoso e longo. Num país dominado por uma burocracia morosa e por impostos &#8211;  literalmente &#8211; leoninos, a idéia de usar uma moeda paralela durante a  vigência de um festival &#8211; como é o caso das <a href="http://www.feiradamusica.com.br/">Patativas</a> ou do <a href="http://cubocard.blogspot.com/">Cubo Card</a>,  tem o seu valor pois serve de incentivo para que donos de  estabelecimentos comerciais colaborem com a alimentação e hospedagem dos  participantes, sem que precisem pagar imposto, por exemplo, sobre uma  movimentação onde não houve arrecadação. E ajuda também a organizar a  bagunça que naturalmente se instaura quando músicos longe de casa se  encontram num bar e podem beber de graça. Agora volte algumas linhas  para a parte onde eu escrevi &#8220;durante a vigência de um festival&#8221;. É  importante que ambos os lados da discussão se lembrem que esta é uma  contingência válida tão somente para este fim, e nesse sentido ajuda de certa forma a promover o encontro de agentes produtores de todo o país num mesmo local, ouvindo e tocando música bacana. Mas se algum dia eu receber o  meu cachê em Patativas o custo de levar minha família pra almoçar nos  arredores do <a href="http://www.dragaodomar.org.br/index.php">Dragão do Mar</a>, onde elas são aceitas,  seriam proibitivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu particularmente acho que se a idéia é não pagar cachê para quem vai estar tocando em cima do palco, então <strong>todo mundo tem que ser voluntário na mesma medida</strong>. Todos os artistas, técnicos e produtores deveriam ter seus custos cobertos pelo evento, para poder fazer a sua parte sem gastar nada com isso. O complicado é quando uns ganham dinheiro para fazer o seu trabalho, e outros tantos não. Se a visibilidade, a articulação profissional e a experiência são os proventos que podemos receber em eventos dessa natureza, tudo bem, mas que o músico não seja o único a ter que viabilizar o seu sustento a partir da complexidade desse processo. Ainda nessa temática, e conectando com o Kayapy, acho complicado a postura de tentar definir o que é &#8220;Músico de Verdade&#8221; para as multidões, como se fosse um verbete de um dicionário ou enciclopédia. Acho que a Ordem dos Músicos já fracassa o bastante nesse sentido para servir de exemplo. Certamente eu e você e o Kayapy temos nossas maneiras de interpretar quais os músicos que fazem música relevante pra nós, e eu creio que esse julgamento pode e deve parar por aí. Conheço muitos músicos excelentes que vivem felizes como músicos de estúdio, e acompanhando outros músicos &#8211; como <em>sidemen</em> ou <em>sidewomen</em>, porque é fundamental lembrar que também existem mulheres que dedicam suas vidas à música. Eu não li o Diário Oficial da União no dia em que baixou a portaria informando que o músico é menos músico por acompanhar outros, ou gravar mais do que tocar ao vivo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Voltando à primeira coisa que eu falei, o que eu acho que está faltando não é só cachê, é discussão aberta, conversa. Colocar as cartas na mesa sobre FDE, sobre ABRAFIN, sobre o dinheiro público, sobre como toda essa energia, tempo e dinheiro podem ajudar no processo de construir um circuito musical em que possamos divulgar nossa produção sem depender de rádio, TV, jabá, Faustão e Rodrigo Faro. Porque daí vai vir a consolidação de um mercado, de um público, que podem gerar algum dinheiro, pois dinheiro não é tudo, <strong>mas em algum momento ele vai precisar existir</strong>. Parafraseando o China, eu não posso usar nem o Cubo Card nem as Patativas para pagar a Eletropaulo, ou a pensão alimentícia, então em algum momento eu preciso transformar aquilo que eu sei fazer melhor em moeda corrente. Não acho que isso vai me transformar num mercenário, nem no Eike Batista.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, acrescento que eu particularmente acredito e gosto muito da expressão <strong>&#8220;Artista igual Pedreiro&#8221;</strong>, por vários motivos. Primeiro por entender que ambas as categorias são fundamentais para a estruturação de qualquer sociedade. Segundo pois vivemos nós, pedreiros e artistas, literalmente daquilo que construímos dia após dia &#8211; todo artista e todo pedreiro sabem o quanto custa um dia de folga. Mas o pedreiro, normalmente, não trabalha de graça.</p>
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		<title>A televisão e a questão da pimenta no alheio</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 14:51:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>missionariojose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma das (poucas) vantagens de se trabalhar demais é a oportunidade de parar de ver televisão. Eu sempre me dou conta disso em salas de espera de consultório, um dos poucos lugares onde eu ainda assisto o que quer que esteja passando na TV. E hoje de manhã não foi diferente, no caso se tratava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Uma das (poucas) vantagens de se trabalhar demais é a oportunidade de parar de ver televisão. Eu sempre me dou conta disso em salas de espera de consultório, um dos poucos lugares onde eu ainda assisto o que quer que esteja passando na TV. E hoje de manhã não foi diferente, no caso se tratava do consultório do dentista da minha filha, e o programa em questão era o da Ana Maria Braga, seja lá qual for o seu nome, em que ela e o Louro José &#8211; o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Acousmatic_sound">papagaio acusmático</a>, segundo a <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?metodo=apresentar&amp;id=K4799428Y8">Heloísa Duarte Valente</a> &#8211; apresentam uma crônica bem-humorada da nossa sociedade, sob o ponto de vista do Botox.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl class="wp-caption alignleft" style="width: 215px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Marshall_McLuhan"><img title="McLuhan" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/c/c7/MarshallMcLuhan.png" alt="" width="205" height="187" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">McLuhan: &#8220;iPad? Agora é que a vaca vai pro brejo, Everaldo&#8230;&#8221;</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Aí hoje na Dona Ana estava dando uma matéria sobre um empresário que topou enfrentar um desafio: passar 24 (ou 48) horas sem usar o celular, o iPad ou o laptop, devidamente filmadas pelas câmeras da Globo. Durante esse tempo ele foi falando suas impressões, e no final das contas a grande surpresa dele, e provavelmente de qualquer um de nós que se imponha esse desafio, foi descobrir o quanto a sua rotina de repente se atrelou a &#8220;tecnologias&#8221; &#8211; pois esse era o termo utilizado na matéria em questão, uma palavra que hoje em dia só é menos abusada do que &#8220;sustentabilidade&#8221; e &#8220;reciclagem&#8221;. A isso se seguiu um bate-papo regado a café-com-leite e croissants aparentemente quentinhos, e em seguida chegou o Selton Mello pra falar do filme dele, que mais de um milhão de pessoas já viu e eu provavelmente só vou ver com os meus netos.</p>
<p style="text-align: justify;">O que me chamou atenção nessa matéria foi um detalhe: a esposa do camarada disse que foi muito legal ele ficar sem usar o celular, porque aí ele ficou mais disponível para assistir a novela e o Jornal Nacional junto com ela, já que todo mundo sabe que a televisão é uma tecnologia tão arcaica &#8211; provavelmente anterior à própria roda &#8211; que nem merece mais ser apontada como tal. Aí pra depositar a cereja no bolo, entra um reclame da Sky &#8211; aquela TV a cabo que faz o marido cenográfico da Gisele Bündchen brochar &#8211; com um depoimento de uma adolescente afirmando que assistir a jogos de futebol com o pai e o namorado na TV &#8220;traz uma união pra família&#8221;. Lindo. Então eu me dei conta de que faz mais ou menos uns cinco minutos que a televisão era tida como um elemento desagregador da atenção, que as pessoas conversavam menos em casa, e assim por diante. Isso há cinco minutos, agora a TV é o novo salvador da pátria da família brasileira, o filho do Gabriel Chalita com o Padre Marcelo Rossi em versão eletrônica, praticamente. Deve ser essa minha mania de cochilar, acho que eu cochilei, o cachimbo caiu e o tempo passou. Como assim, cara-pálida?</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl class="wp-caption alignright" style="width: 206px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/TV_Nacional"><img class="   " title="JK" src="http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcT_HZowBD5IHc-ZRq-oYHFRe5ZHvLfSL4Yb8jdvrZMeHJrFtL1IUg" alt="" width="196" height="240" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">&#8220;Pô, Chatô, dispense&#8230;&#8221;</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Aí eu me lembrei do Marshall McLuhan, que afirma sabiamente que os novos <em>media</em>, ou meios de comunicação, oprimem os demais já existentes, até que se estabeleça uma nova ordem de funcionamento das coisas midiáticas. Uma espécie de exemplo prático foi o que aconteceu quando o JK tentou emplacar a TV Nacional, a versão televisiva da hegemônica Rádio Nacional. O Assis Chateaubriand, então dono da TV Tupi, chegou junto e disse que se a TV Nacional botasse as manguinhas de fora, os Diários Associados iriam soltar todos os cachorros do inferno em cima do JK, que já tinha seus problemas pra cuidar. Na esteira do fracasso da televisão que mal começou, a Rádio Nacional também perdeu seu fôlego e sua moral, mas aos trancos e barrancos está aí até hoje, irradiando em amplitude modulada e pela <a href="http://radiomec.com.br/online/index.php">internet</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Só que oprimir a Rede Globo talvez seja um pouco mais difícil numa frente tão fragmentada como essa constituída pelas &#8220;tecnologias&#8221;, por espalhadas que estão em geringonças de tamanhos diferentes e funções que ninguém sabe exatamente dizer quais são, e que fazem com a nossa atenção EXATAMENTE A MESMA COISA que a televisão faz, só que de modo mais eficiente. Nem o Leonel Brizola, nem o Nem conseguiram se constituir em vilões tão adequados. Já estou esperando a chamada no Fantástico, ou no Jornal Nacional, e a corrente de e-mail com uma pesquisa do Hospital John Hopkins.</p>
<p style="text-align: justify;">Aliás não, que eu tenho coisa melhor pra fazer, e acho que a minha esposa concorda com isso.</p>
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		<title>Pra que serve ser o melhor, se o pior é mais bacana?</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Nov 2011 14:55:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>missionariojose</dc:creator>
				<category><![CDATA[Guerreiros do passado]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>

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		<description><![CDATA[Encontrei hoje uma lista super legal de filmes clássicos que já estão no domínio público, e qual não foi a minha surpresa ao descobrir que entre eles está ninguém mais, ninguém menos que &#8220;Plan 9 from Outer Space&#8221;, provavelmente o maior consenso no que diz respeito a qual é o pior filme de todos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Encontrei hoje uma <a href="http://tech.blorge.com/Structure:%20/2010/08/11/top-40-best-free-legal-movies-you-can-download-right-now/">lista super legal</a> de filmes clássicos que já estão no domínio público, e qual não foi a minha surpresa ao descobrir que entre eles está ninguém mais, ninguém menos que <a href="http://www.archive.org/details/Plan_9_from_Outer_Space_1959">&#8220;Plan 9 from Outer Space&#8221;</a>, provavelmente o maior consenso no que diz respeito a qual é o pior filme de todos os tempos. Sem mais delongas, senhoras e senhores, ei-lo:<br />
<object width="640" height="506" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000"><param value="true" name="allowfullscreen"/><param value="always" name="allowscriptaccess"/><param value="high" name="quality"/><param value="true" name="cachebusting"/><param value="#000000" name="bgcolor"/><param name="movie" value="http://www.archive.org/flow/flowplayer.commercial-3.2.1.swf" /><param value="config={'key':'#$aa4baff94a9bdcafce8','playlist':['format=Thumbnail?.jpg',{'autoPlay':false,'url':'Plan_9_from_Outer_Space_1959_512kb.mp4'}],'clip':{'autoPlay':true,'baseUrl':'http://www.archive.org/download/Plan_9_from_Outer_Space_1959/','scaling':'fit','provider':'h264streaming','showCaptions':true},'canvas':{'backgroundColor':'#000000','backgroundGradient':'none'},'plugins':{'controls':{'playlist':false,'fullscreen':true,'height':26,'backgroundColor':'#000000','autoHide':{'fullscreenOnly':true}},'h264streaming':{'url':'http://www.archive.org/flow/flowplayer.pseudostreaming-3.2.1.swf'},'captions':{'url':'http://www.archive.org/flow/flowplayer.captions-3.2.0.swf','captionTarget':'content'},'content':{'display':'block','url':'http://www.archive.org/flow/flowplayer.content-3.2.0.swf','bottom':26,'left':0,'width':640,'height':50,'backgroundGradient':'none','backgroundColor':'transparent','textDecoration':'outline','border':0,'style':{'body':{'fontSize':'14','fontFamily':'Arial','textAlign':'center','fontWeight':'bold','color':'#ffffff'}}}},'contextMenu':[{},'-','Flowplayer v3.2.1']}" name="flashvars"/><embed src="http://www.archive.org/flow/flowplayer.commercial-3.2.1.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="506" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" cachebusting="true" bgcolor="#000000" quality="high" flashvars="config={'key':'#$aa4baff94a9bdcafce8','playlist':['format=Thumbnail?.jpg',{'autoPlay':false,'url':'Plan_9_from_Outer_Space_1959_512kb.mp4'}],'clip':{'autoPlay':true,'baseUrl':'http://www.archive.org/download/Plan_9_from_Outer_Space_1959/','scaling':'fit','provider':'h264streaming','showCaptions':true},'canvas':{'backgroundColor':'#000000','backgroundGradient':'none'},'plugins':{'controls':{'playlist':false,'fullscreen':true,'height':26,'backgroundColor':'#000000','autoHide':{'fullscreenOnly':true}},'h264streaming':{'url':'http://www.archive.org/flow/flowplayer.pseudostreaming-3.2.1.swf'},'captions':{'url':'http://www.archive.org/flow/flowplayer.captions-3.2.0.swf','captionTarget':'content'},'content':{'display':'block','url':'http://www.archive.org/flow/flowplayer.content-3.2.0.swf','bottom':26,'left':0,'width':640,'height':50,'backgroundGradient':'none','backgroundColor':'transparent','textDecoration':'outline','border':0,'style':{'body':{'fontSize':'14','fontFamily':'Arial','textAlign':'center','fontWeight':'bold','color':'#ffffff'}}}},'contextMenu':[{},'-','Flowplayer v3.2.1']}"></embed></object></p>
<p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jardelmusic.com/2011/11/10/pra-que-serve-ser-o-melhor-se-o-pior-e-mais-bacana/" target="_blank" title="Share on Facebook">Share on Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Tem doido, e tem muito doido</title>
		<link>http://www.jardelmusic.com/2011/11/09/tem-doido-e-tem-muito-doido/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 23:23:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>missionariojose</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Com esse negócio aqui, a brincadeira vai ficar muito mais divertida: experiments: Kinect + OSCeleton + MaxForLive from Mike Todd on Vimeo. Share on Facebook]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com esse negócio <a href="http://createdigitalmusic.com/2011/11/your-body-to-ableton-live-interfaces-with-max-for-live-kinect/">aqui</a>, a brincadeira vai ficar muito mais divertida:</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/25366381?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0&amp;color=ffffff" width="400" height="533" frameborder="0" webkitAllowFullScreen allowFullScreen></iframe>
<p><a href="http://vimeo.com/25366381">experiments: Kinect + OSCeleton + MaxForLive</a> from <a href="http://vimeo.com/miketodd">Mike Todd</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jardelmusic.com/2011/11/09/tem-doido-e-tem-muito-doido/" target="_blank" title="Share on Facebook">Share on Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Mais uma dessas coisas que passaram batido</title>
		<link>http://www.jardelmusic.com/2011/10/04/mais-uma-dessas-coisas-que-passaram-batido/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 02:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>missionariojose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vasculhando os rincões digitais do hospedeiro deste blog / website, achei uma indicação de que o Alexandre Matias tinha colocado um link para este espaço lá no Trabalho Sujo, e eu fui conferir. Descobri um texto que termina com &#8220;Mentirinhas de Verão&#8221;, uma música feita com a Lulina no comecinho de 2009, há duas sedes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vasculhando os rincões digitais do hospedeiro deste blog / website, achei uma indicação de que o <a href="http://twitter.com/#!/trabalhosujo">Alexandre Matias</a> tinha colocado um link para este espaço lá no <a href="www.oesquema.com.br/trabalhosujo">Trabalho Sujo</a>, e eu fui conferir. Descobri um texto que termina com &#8220;Mentirinhas de Verão&#8221;, uma música feita com a <a href="http://twitter.com/#!/Lulins">Lulina</a> no comecinho de 2009, há duas sedes da Jardel atrás, justamente para a coletânea à qual o texto faz referência. Bem na tradição dos discos caseiros, a música foi arranjada e gravada meio do dia pra noite, inclusive gravamos a voz num dia de manhã bem cedinho, antes da Lu pegar no batente &#8211; com um SM57, o canivete suíço dos microfones. O engraçado é que eu tinha esquecido completamente dessa faixa e da coletânea, acho que demorou pra sair ou alguma outra atribulação da vida serviu de distração. Portanto, com um certo atraso, ei-la:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="360" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="https://www.youtube.com/v/fCdIvcXrTVk?version=3&amp;hl=en_US" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/v/fCdIvcXrTVk?version=3&amp;hl=en_US" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>P.S.: No mesmo passeio encontrei um link vindo pra cá lá da página da <a href="http://blogs.diariodepernambuco.com.br/tecnologia/?p=2354">Raquel Lima</a>, grande amiga e esposa do meu Guru, de contrabaixo e de espírito, <a href="http://www.musicareia.com/midias/">Jr. Areia</a>. Mas isso é outro papo, pra outro momento!</p>
<p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jardelmusic.com/2011/10/04/mais-uma-dessas-coisas-que-passaram-batido/" target="_blank" title="Share on Facebook">Share on Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Disseram que ele não vinha, olha ele aí&#8230;</title>
		<link>http://www.jardelmusic.com/2011/09/30/disseram-que-ele-nao-vinha-olha-ele-ai/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 11:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>missionariojose</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem passou por aqui nos últimos 12 meses não viu muito movimento. Muitas coisas aconteceram, algumas mudanças, e vamos falar delas por aqui aos poucos. Esse espaço também deve mudar um bocadinho, em breve. Esperamos que você volte sempre. Share on Facebook]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem passou por aqui nos últimos 12 meses não viu muito movimento. Muitas coisas aconteceram, algumas mudanças, e vamos falar delas por aqui aos poucos. Esse espaço também deve mudar um bocadinho, em breve. Esperamos que você volte sempre.</p>
<p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jardelmusic.com/2011/09/30/disseram-que-ele-nao-vinha-olha-ele-ai/" target="_blank" title="Share on Facebook">Share on Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Pedra do Curica</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Nov 2010 15:54:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>missionariojose</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Guitarrada]]></category>
		<category><![CDATA[Guitarras]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Curica]]></category>

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		<description><![CDATA[Meu aluno Fábio Sousa descobriu na internet um upload no You Tube de um remix que eu fiz da música Banjo Amigo, pro disco Música Magneta, lançado pela Candeeiro Records. Eu fiz esse remix correndo entre uma coisa e outra lá na Ambulante, e confesso que não lembro de muita coisa do processo. Lembro que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Meu aluno <a href="http://twitter.com/fabiolsousa">Fábio Sousa</a> descobriu na internet um upload no You Tube de um remix que eu fiz da música <strong>Banjo Amigo</strong>, pro disco <a href="http://www.estudiomuzak.com.br/site/catalogo_interna.php?id=13" target="_blank"><strong>Música Magneta</strong></a>, lançado pela <a href="http://www.estudiomuzak.com.br/site/index_candeeiro.php" target="_blank"><strong>Candeeiro Records</strong></a>. Eu fiz esse remix correndo entre uma coisa e outra lá na <a href="http://www.ambulantediscos.com.br/" target="_blank">Ambulante</a>, e confesso que não lembro de muita coisa do processo. Lembro que o baixo que eu usei pra gravar foi o meu Epiphone EB-0, estilo Jamaica &#8211; tocando leve e com o ganho muito alto, provavelmente passando por um compressor 1176 &#8211; não lembro exatamente, mas como eu passei todos os baixos que eu gravei na Ambulante por ele, esse deve ter passado também. Usei muito pros efeitos o plug-in do Moogerfooger Ring Modulator. Na época eu estava ouvindo muito um disco do <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Scientist_%28musician%29" target="_blank">Scientist</a></strong>, <a href="http://listen.grooveshark.com/#/playlist/Scientist+Rids+the+World+of+the+Evil+Curse+of+the+Vampires/38808326" target="_blank">Scientist Rids the World of the Evil Curse of the Vampires</a>, que influenciou bastante a minha abordagem desse remix. Enfim, vamos a ele:</span></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_InQkgtx4HQ?fs=1&amp;hl=en_US&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/_InQkgtx4HQ?fs=1&amp;hl=en_US&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Essa música é tocada no disco pelo Mestre Curica, que apesar de ser considerado um Mestre da Guitarrada toca banjo &#8211; e muito. Segue abaixo um de seus imortais clássicos:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/OH3PQJOhomk?fs=1&amp;hl=en_US&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/OH3PQJOhomk?fs=1&amp;hl=en_US&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>e pra quem ficou curioso pra ouvir a música original, aqui vai um vídeo com ela, e com um Mamulengo tocando uma Les Paul de plástico:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/qNQJm0fdMfg?fs=1&amp;hl=en_US&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/qNQJm0fdMfg?fs=1&amp;hl=en_US&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>e pra terminar, a capa do disco do Scientist, sempre genial &#8211; clique nela pra ouvir o disco:</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 230px"><a href="http://listen.grooveshark.com/#/playlist/Scientist+Rids+the+World+of+the+Evil+Curse+of+the+Vampires/38808326"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/thumb/7/79/Scientist-RidsTheWorld.jpg/220px-Scientist-RidsTheWorld.jpg" alt="" width="220" height="220" /></a><p class="wp-caption-text">Scientist é o nosso herói!!</p></div>
<p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jardelmusic.com/2010/11/06/pedra-do-curica/" target="_blank" title="Share on Facebook">Share on Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Ribeirão não é tão longe assim&#8230;</title>
		<link>http://www.jardelmusic.com/2010/10/18/ribeirao-nao-e-tao-longe-assim/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 15:10:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>missionariojose</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ao Vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Jardel]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>
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		<category><![CDATA[Lulina]]></category>

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		<description><![CDATA[Video do show da Lulina na FNAC de Ribeirão Preto, a convite do pessoal do Groselha Fuzz. Destaque também para o excelente bar Cervejarium, onde você pode saborear a Colorado em sua versão chopps. Share on Facebook]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UXlRgIg4qOw?fs=1&amp;hl=en_US&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/UXlRgIg4qOw?fs=1&amp;hl=en_US&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Video do show da <a href="http://www.lulilandia.com.br" target="_blank">Lulina</a> na FNAC de Ribeirão Preto, a convite do pessoal do <a href="http://www.groselhafuzz.com" target="_blank">Groselha Fuzz</a>. Destaque também para o excelente bar <a href="http://www.cervejarium.com.br/home.php" target="_blank">Cervejarium</a>, onde você pode saborear a Colorado em sua versão chopps.</p>
<p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jardelmusic.com/2010/10/18/ribeirao-nao-e-tao-longe-assim/" target="_blank" title="Share on Facebook">Share on Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Vale um desenho. E um vídeo</title>
		<link>http://www.jardelmusic.com/2010/09/21/vale-um-desenho-e-um-video/</link>
		<comments>http://www.jardelmusic.com/2010/09/21/vale-um-desenho-e-um-video/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 13:17:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>missionariojose</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Videos]]></category>
		<category><![CDATA[capas]]></category>
		<category><![CDATA[João Lin]]></category>
		<category><![CDATA[O mundo e as coisas]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é um vídeo sobre um projeto do João Lin, um dos grandes craques da atualidade Share on Facebook]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Hxv_8IFT5qQ?fs=1&amp;hl=en_US&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/Hxv_8IFT5qQ?fs=1&amp;hl=en_US&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Este é um vídeo sobre um projeto do <a href="http://joao_lin.fotoblog.uol.com.br/" target="_blank">João Lin</a>, um dos grandes craques da atualidade</p>
<p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jardelmusic.com/2010/09/21/vale-um-desenho-e-um-video/" target="_blank" title="Share on Facebook">Share on Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Limando o inglês &#8211; ou quase</title>
		<link>http://www.jardelmusic.com/2010/08/29/limando-o-ingles-ou-quase/</link>
		<comments>http://www.jardelmusic.com/2010/08/29/limando-o-ingles-ou-quase/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Aug 2010 15:20:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>missionariojose</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[O mundo e as coisas (da música)]]></category>
		<category><![CDATA[Para Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[Coletâneas]]></category>
		<category><![CDATA[Musica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.jardelmusic.com/?p=494</guid>
		<description><![CDATA[Diretamente inspirado pelas coletâneas do Tarta lá em seu blog Ferro Extra, comecei a carregar algumas coletâneas passadas na minha conta do Grooveshark. Começo com essa aqui, que eu fiz no ano passado pra um programa da Radio Levi&#8217;s, em que a condição que eu mesmo me impus foi de não usar músicas no idioma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 410px"><img title="No Inglés" src="http://rlv.zcache.com/no_ingles_no_english_magnet-p1479870013421270403s01_400.jpg" alt="" width="400" height="400" /><p class="wp-caption-text">Sem inglês, por favor</p></div>
<p style="text-align: justify;">Diretamente inspirado pelas coletâneas do Tarta lá em seu blog <a href="http://ferroextra.wordpress.com/" target="_blank">Ferro Extra</a>, comecei a carregar algumas coletâneas passadas na minha conta do Grooveshark. Começo com essa <a href="http://listen.grooveshark.com/#/playlist/Limando+o+Ingles+ou+quase+/34631684" target="_blank">aqui</a>, que eu fiz no ano passado pra um programa da <a href="http://www.radiolevis.com.br/" target="_blank">Radio Levi&#8217;s</a>, em que a condição que eu mesmo me impus foi de não usar músicas no idioma inglês, e mesmo assim construir uma coleção de faixas bacanas e internacionais. Tem japonês, galês, alemão, português sem dúvida, mas com exceção de um verso aqui e ali em &#8220;Santa Maradona&#8221; e &#8220;Sénegal Fast-food&#8221; &#8211; coincidentemente duas faixas da lavra do sempre poliglota <a href="http://www.manuchao.net/" target="_blank">Manu Chao</a> &#8211; o inglês é ausente.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro objetivo nessa coleta foi juntar faixas e artistas que eu tivesse ouvido muito em algum momento da minha vida, longínquo ou recente, o que acabou se confirmando mesmo no caso da minha própria banda de tempos idos, os Supersoniques, sendo esta uma das faixas que eu mais ouvi do disco que leva o seu nome, e que até hoje a gente nunca lançou.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem mais delongas, vão lá e ouçam: <a href="http://listen.grooveshark.com/#/playlist/Limando+o+Ingles+ou+quase+/34631684" target="_blank">Limando o inglês &#8211; ou quase</a></p>
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