Jardel Music

Música e Áudio

Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Está pintando

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No sábado Leo D falou EXATAMENTE sobre isso

Written by missionariojose

April 6th, 2010 at 2:16 pm

Andanças com Lulina – USofA – o1

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Here we go!

Half Jardel (no caso esse que vos fala e escreve) tá de rolé numa turnezinha com Lulina aqui nos US of A.Vou tentar escrever aqui o máximo que posso sobre o que tem rolado.

Day o1

Chegamos todos em Seattle ontem, por volta do meio-dia local; eu via NYC e Lu, Leo e Pedro via Chicago. Ao chegarmos nosso grande amigo, produtor, motorista e baixista voluntário Matt já estava nos aguardando.

Saindo do aeroporto, tínhamos que sair pra pegar/comprar instrumentos já que não compramos nada. Lulina querendo comprar uma guita e Leo uma controladora. Eu e Pedro vamos nos ater a coisas pequenas, confeito, sanduíche, essas coisas.

Já fomos na casa de uma feroz chamado Mike, que, segundo ele mesmo, vive hás uns seis anos de eBay. Bem… estranho. Mas não é que o doido na verdade é um cientista maluco e tem muita, mas muita, mas muita coisa velha boa. Uma que pirei e já tou azarando é isso ->

Horrível. Deve ser baratinho, mas vai que eu fico amigo, né?

Bem, o feroz além de ser gente boa e ter várias coisas muito boas na casa dele, ele ainda nos levou pra bater um vietnamise sandwich que não foi nada careta.

Essa é a primeira parte do primeiro dia. Estamos saindo agora pra ir em Seattle (nossa base é em Tacoma) porque hoje vamos tocar numa sorveteria com uma banda chamada Human Skab.

Lu vai estrear sua nova guita velha. Velha mesmo! Procure saber!

Written by edipo

March 10th, 2010 at 5:12 pm

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Pra fechar o ano

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Hoje a gente toca com o Pélico na Livraria da Esquina, a partir das 21h30. Com direito a comemoração de Reveillon

Hoje na Livraria

Hoje na Livraria

Written by missionariojose

December 15th, 2009 at 11:49 am

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É hoje!

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Written by missionariojose

November 18th, 2009 at 1:15 pm

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Amanhã lançamos oficialmente o Cristalina

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Eu gostaria de pedir desculpas aos fiéis leitores deste espaço pela ausência de texto novo nessa semana. Estou mais desorientado do que cachorro em dia de mudança, mas é por um bom motivo. Amanhã fazemos no Museu da Imagem e do Som em São Paulo, às 21h, o show de lançamento do Cristalina. Entre as milhares de coisas que me impediram de dedicar um tempinho ao Blog, tem esse cartaz do show, que foi um projeto familiar:

Alienígenas novinhos, direto da cabeça da Julinha

Alienígenas novinhos, direto da cabeça da Julinha

Written by missionariojose

October 8th, 2009 at 7:59 pm

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Voltage

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Como só tem amigo safado quem pode, só hoje eu consegui parar para assistir ao Voltage, o mais recente curta de animação dos estúdios de animação da Barros Melo, com direção de William Paiva e Filippe Lyra, animado por eles, mais Leo D e mais um bocado de gente – que você pode conferir lendo a ficha técnica lá no Vimeo, e trilha de William e Leo.

Eu diria que o único defeito desta animação é a curta duração, mas não muito, porque sei do trabalho desgraçado que é fazer os meros 3 minutos e tanto que podemos assistir aqui. Outro defeito, obviamente, é o fato de o Diversitronica não estar completo na trilha sonora, mas esse defeito é mais culpa minha mesmo, na verdade. Fora isso, achei muito bonito e muito bem-feito, e saber que isso é obra de pessoas que vivem a mesma realidade da gente é muito inspirador.

É interessante perceber ao mesmo tempo influências de baluartes consagrados como Otomo e a turma do Japão, e detalhes sutis de traço e estética que mostram bem onde é que o filme foi feito, e subvertem nosso eterno paradigma de “foi feito em Recife mas poderia ter sido em Londres”. Pelo contrário é uma das provas cabais de que, dadas as mínimas condições, o material humano recifense é potencialmente uma referência internacional.

Sobre o Filippe, não posso falar nada além de elogiar o trabalho que eu conheci através do Voltage, indo direto para os favoritos. Sobre William e Leo, sou suspeito pra falar qualquer coisa, pois o que não fosse influenciado pela nossa amizade seria pela admiração inconteste que tenho pelos dois. Fico muito feliz de ver que num meio em que frequentemente vemos a carapuça de gênio adornar cabeças mais hábeis na arte de dar chilique do que em qualquer outra propriamente dita, vejo meus amigos tranquilos e calmos fazendo coisas geniais.

Voltage from Bam Studio on Vimeo.

Aventuras em Diversos Canais, Cap. 3 – Mundo Livre S/A – Deixa essa Vergonha de Lado

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As coisas no mundo misterioso da produção fonográfica não tendem a ser rápidas. Pelo contrário, elas dependem de um emaranhado de variáveis sobre as quais raramente a gente consegue ter algum controle, seja o tempo que leva pra terminar um arranjo, achar o clima certo pra gravar uma voz, acertar algumas palavras na letra ou notas na melodia, essas coisas realmente não são rápidas, mesmo pros mais rápidos. Parafraseando o Beto Villares, fazer coisa boa leva tempo. Do mesmo modo, por vezes o acaso nos dá um fôlego extra, ou uma combinação de fatores incomum em que as coisas andam bem e rápido ao mesmo tempo. É o caso da faixa deste capítulo, uma versão de um clássico do grande Odair José, feita pelo Mundo Livre S/A.

Eu nunca me questionei muito o porquê, mas o MLSA é uma banda muito rápida em estúdio. Talvez por causa da experiência do “Samba Esquema Noise”, em que o pessoal passou – segundo uma lenda da época no Jornal do Commercio recifense – umas seiscentas horas no estúdio. Eu nunca parei pra confirmar com nenhum dos envolvidos quanto tempo o disco levou de fato, mas em se tratando de uma obra-prima, sem dúvida valeu a pena. De qualquer modo, em todas as vezes que eu trabalhei gravando a banda, foi tudo muito rápido. E dessa vez, especificamente, foi tudo muito rápido mesmo, 6 horas desde começar do zero até a mix final, no caso.

Nessa sessão o Mundo Livre foi o Fred Zeroquatro e o Areia, um dos meus maiores ídolos, com quem eu tive a sorte de trabalhar muitas vezes, e o estúdio foi o Fábrica velho de guerra. Como referência pra o que a gente ia fazer, o Fred trouxe o Trans do Neil Young, sugerindo alguns detalhes de programação e também usar um vocoder na voz. Programamos a batida e a estrutura do arranjo no Reason, usando alguns sons de baterias eletrônicas antigas, um sintetizador arpejado e outro numa cama para satisfazer qualquer fã do Mr. Mister.

Em seguida, gravamos o baixo com um dos ‘frankensteins’ de Areia, direto no Avalon 737sp com uma compressão supimpa ali na casa dos 4:1. O cavaco foi gravado da mesma maneira, usando um cavaco JB que o Fred usa ao vivo, cheio de espuma pra evitar feedback, o que foi ótimo pra dar o timbre mezzo guitarrada paraense – mezzo guitarra africana que a música pedia – complementado por um delayzinho curto na mix. A voz foi gravada num Neumann TLM 103 também no Avalon, mas com um pouco menos de compressão.

O vocoder infelizmente não foi esse da foto. Ou felizmente, porque um bicho desse tamanho deve levar umas 3 horas só pra ligar e deixar funcionando. Usamos mesmo o bom e velho Orange Vocoder, que não fica devendo nada a nenhum vocoder de hardware, só chama menos atenção dos clientes. Nesse caso específico usamos três regulagens, um mais ‘Robô Gigante’ pra voz principal na primeira estrofe e refrão, outro meio ‘Coral de Robôs’ pra segunda, e uma terceira mais tradicional pro refrão final, onde a voz de Fred também aparece ao natural.

A mixagem, do ponto de vista de equilíbrio dos elementos, foi simples. O que é difícil quando temos poucos elementos em jogo é manter a atenção do ouvinte durante dois ou três minutos. Pra isso, e como a música tem uma forma bem básica – Intro + AB + ABB, o truque foi colocar alguma coisa nova a cada parte, e brincar com o som da voz também, que estaria no centro das atenções como lhe é peculiar.

Outro fator importante na mix foi a abordagem ‘Rudy Van Gelder‘ de Areia, segundo a qual as coisas que soam simples e bem funcionam melhor do que acrobacias na mix. Achando o canto de cada um, todo mundo fica feliz, em outras palavras. Para ressaltar o aspecto baile da canção, apertamos tudo um pouco mais do que costumamos, mas nada demais para não atrapalhar a poesia e o comentário social da faixa, que você pode ouvir abaixo, e na coletânea “Eu vou tirar você desse lugar“, produzida pela Allegro Discos com distribuição da Tratore.

DeixaEssaVergonha

Não, não foi esse o nosso vocoder

Não, não foi esse o nosso vocoder

P.S.: Buscando o link da Propellerhead, eu me deparei com isso aqui. Ai, ai, ai…

Written by missionariojose

July 22nd, 2009 at 12:27 pm

Visitas ilustres, pt6

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Kleber Croccia

O mais novo jardelense em Sampa, Kleber Croccia. Mais um imigrante sofrendo com o frio.

Written by edipo

June 10th, 2009 at 4:35 pm

O mundo e as coisas (de Lulina)

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Lulina, como muitos sabem, é Jardelense de alma e coração. Portanto, idéias boas não faltam e eis mais uma. Participem. Isso vai ser muito bom. Jardel participará.

Hoje é dia 13. Dia perfeito para se começar um projeto pirado.

Funciona assim: você nem precisa sair dessa cadeira em que você está.
Basta escrever uma frase sobre o seu dia 13 (hoje) e mandar para lulilandiatown@gmail.com, com o subject “meu dia 13”.

Não precisa pensar muito, o importante é que seja uma frase sobre como você está se sentindo hoje, ou sobre alguma coisa que aconteceu ao seu redor, enfim. Nada de poesia ou frase bem construída, o importante é o conteúdo dela. Eu vou ler a frase que todo mundo mandou e, a partir delas, fazer uma música. Posso usar ou não a frase exatamente como foi escrita, mas se eu usar ao menos a idéia/sentimento contidos nela, a pessoa que mandou já faz parte automaticamente do rall dos “compositores” da música.

No próximo dia 13 (de junho), vou disponibilizar a música gravada, com o crédito de todos os autores das frases que usei como inspiração (vai ser um método bem subjetivo, não vou poder usar a frase de todo mundo, senão a música vai ter duas horas de duração, mas vou tentar usar o máximo de frases e idéias que puder, creditando sempre seus autores).

A pessoa vai poder ouvir a música e reconhecer que parte do dia dela está ali, na canção.
E no próximo dia 13 de junho, novamente vocês podem mandar frases sobre o dia 13 que vocês estão vivendo naquele momento. E, novamente, farei uma outra música com elas, para disponibilizar no dia 13 seguinte. Resumindo: todo dia 13 temos um encontro nesse blog, para ouvir a música composta por todos nós e para movimentar novos emails com frases. No final de 13 meses, reunirei todas as músicas feitas em um único disco, chamado “Meus dias 13”, composto por um número recorde de compositores: eu e todo mundo que mandou alguma frase que foi usada.

Então, daqui a 13 meses, depois do disco ficar pronto, farei um show de lançamento, o primeiro COMPOSISHOW, onde todos os compositores poderão pegar o seu disco de graça. Fale frisar que o disco vai ser um cd-r, obviamente (já que todas as gravações serão realizadas de forma caseira, mas com uma boa qualidade). Mas, se ao final de 13 meses, todos estiverem bastante felizes com o resultado, quem sabe não fazemos uma vaquinha para prensar em SMD? Tudo depende do resultado que obteremos. Por enquanto, vamos pensar pequenininho e ver no que dá essa brincadeira. Algo me diz que vai dar pelo menos um belo disco sobre os nossos dias 13 na Lulilândia.

Atenção: só valem frases mandadas até a meia-noite de cada dia 13.

Written by edipo

May 13th, 2009 at 11:05 am

Saiu!!

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Pare Siga - Disco novo do Profiterolis

Pare Siga - Disco novo do Profiterolis

Recebi hoje a boa nova de que “Pare Siga” está oficialmente lançado, lá no Som Barato. Enquanto eu ainda não sei como as cópias físicas do disco estarão disponíveis ao grande público, convido todos a divulgarem e redistribuírem o material à vontade. Depois que os discos físicos chegarem também, inclusive.

Como um dos responsáveis por mais essa empreitada do conglomerado Profiterolis, estou muito orgulhoso. “Pare Siga” foi um disco que envolveu muita negociação para que fosse feito do jeito que a gente queria, e o resultado valeu a pena, pelo menos é o que nós acreditamos.

A linha-mestra que guiou esse disco foi a subversão do conceito de “Disco Ao Vivo”, nosso ponto de partida. Tínhamos que fazer um disco ao vivo, e um disco ao vivo fizemos. Não no sentido de um disco de um show, ou de um disco de sucessos da banda tocados ao vivo em diversos shows. Mas um disco em que a maior parte do material foi tocada ao vivo, com todos os músicos, técnicos, produtor e assistentes na mesma sala, trabalhando com as vantagens e desvantagens do formato.

Ouvindo o riff d’”O Herói da História”, música que abre o disco, eu percebi que fez uma grande diferença utilizar o ambiente em que estávamos como parte da sonoridade do disco como um todo, criando um som que dificilmente a gente criaria de outra forma. Esse conceito permeou inclusive os Overdubs que fizemos depois, utilizando outros ambientes e suas “pegadas” sonoras. Como as vozes de Lulina na faixa título, nas gravações feitas n’As Caverna, ou nos “A-hê” gravados nos longos corredores das novas instalações do Mr. Mouse.

Bom, ouçam, e comentem!

Written by missionariojose

May 10th, 2009 at 9:06 pm