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	<title>Jardel Music &#187; Diversos</title>
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		<title>Colaborar é preciso</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 18:05:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>missionariojose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O vídeo que colocamos aqui abaixo é uma demonstração do Ohmstudio, uma estação de trabalho colaborativa que está sendo desenvolvida pelos caras da Ohmforce, que já faz alguns dos plug-ins mais legais do mundo, entre eles O MELHOR plug-in gratuito de todos, o Frohmage. Essa é uma tendência que já vem sido observada há um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O vídeo que colocamos aqui abaixo é uma demonstração do Ohmstudio, uma estação de trabalho colaborativa que está sendo desenvolvida pelos caras da <a title="Ohmforce" href="http://www.ohmforce.com/HomePage.do" target="_blank">Ohmforce</a>, que já faz alguns dos plug-ins mais legais do mundo, entre eles O MELHOR plug-in gratuito de todos, o <a title="Frohmage" href="http://www.ohmforce.com/UseFreeSoftware.do?action=freeware" target="_blank">Frohmage</a>. Essa é uma tendência que já vem sido observada há um tempo, e vários desenvolvedores ao redor do mundo estão aparecendo com a sua proposta de um ambiente em que pessoas que não estejam no mesmo lugar possam colaborar fazendo música em tempo quase real. O site <a title="Indaba" href="http://www.indabamusic.com/" target="_blank">Indaba</a> apresenta essa mesma proposta num formato de rede social, meio Orkut / Facebook, enquanto outros softwares como o <a href="http://www.ableton.com/share" target="_blank">Live</a> já trazem em si mesmos opções de compartilhamento de sessões online.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/15ubx4rU4ug&amp;hl=en_US&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/15ubx4rU4ug&amp;hl=en_US&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Essa movimentação não chega a ser exatamente uma novidade, a grande diferença atualmente é que com um aumento na  velocidade média &#8211; digamos assim &#8211; de conexões à internet pelo mundo afora, ficou mais real a possibilidade de trabalhar com arquivos de áudio e vídeo em ambientes <em>online</em> ou, como preferem alguns, na famosa &#8216;nuvem&#8217; de dados que está por aí em algum lugar nos mega-servidores espalhados pelo planeta. Justamente por causa desse aumento na transferência de dados, produtos COMERCIAIS, como são todos os mencionados acima, também passam a ser viáveis. A colaboração em tempo real via MIDI pela internet não é uma novidade há algum tempo &#8211; praticamente desde que existem redes de computadores, existem maneiras de se mexer uns nos outros à distância &#8211; é só perguntar pro usuário de <a title="Max" href="http://cycling74.com/products/" target="_blank">Max/MSP</a> ou <a href="http://puredata.info/" target="_blank">PureData</a> mais próximo. A outra grande diferença, é que num formato como o do <a title="Indaba" href="http://www.indabamusic.com/" target="_blank">Indaba</a>, por exemplo, o processo para chegar até o seu projeto colaborativo é o mesmo de chegar até o seu e-mail e gravar alguma coisa no seu computador, você não precisa pegar gosto por  criar patches em Pd ou ainda implementar neles a transmissão de MIDI ou áudio.</p>
<p style="text-align: justify;">Certamente quem acompanhar vai ver, nesse e nos próximos anos, grandes mudanças na oferta e no funcionamento dessas plataformas. Por exemplo, daqui a pouco vai ser possível ver uma <em>webcam</em> no cantinho da tela pra rolar um contato visual entre as pessoas que estão colaborando &#8211; o que nem sempre é uma boa idéia, especialmente pra quem tiver que me ver de pijama e cabelo arrepiado em casa, e obviamente, em algum momento alguém que tenha vários sintetizadores ou baterias eletrônicas  ou amplificadores <em>vintage</em> vai poder começar a alugar seus equipamentos sem precisar tirá-los de casa, é só puxar o MIDI, o CV ou o sinal de áudio diretamente da placa, e mandá-lo de volta devidamente processado &#8211; e o locatário ainda pode pedir pra mexer mais ou menos nisso ou naquilo ouvindo seus resultados em tempo real.</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando bem, acho que está na hora de pegar aquele Juno 106 de volta da <a href="http://www.vintagesynth.com.br" target="_blank">assistência técnica</a>&#8230;</p>
<p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jardelmusic.com/2010/07/05/colaborar-e-preciso/" target="_blank" title="Share on Facebook">Share on Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Para onde vai a música em 2010?</title>
		<link>http://www.jardelmusic.com/2010/02/03/para-onde-vai-a-musica-em-2010/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 22:35:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>missionariojose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há uns 10 anos atrás, com a devida lambuja para um pouco a mais ou a menos, eu li uma entrevista do Thurston Moore onde ele mencionava determinado acontecimento de sua juventude quando, perambulando pela noite novaiorquina, se deparou com um amigo compositor, um par de décadas mais velho, visivelmente transtornado, em pé entre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há uns 10 anos atrás, com a devida lambuja para um pouco a mais ou a menos, eu li uma entrevista do Thurston Moore onde ele mencionava determinado acontecimento de sua juventude quando, perambulando pela noite novaiorquina, se deparou com um amigo compositor, um par de décadas mais velho, visivelmente transtornado, em pé entre a rua e a calçada parecedo um espantalho giratório. Indagado sobre a razão de tal transtorno, respondeu:</p>
<p style="text-align: justify;">- Eu não sei para onde está indo a música do Século XX&#8230;</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 346px"><a href="http://www.beyondrace.com/articles/news/1685-reading-is-fundamental-with-thurston-moore"><img title="Thurston Moore" src="http://www.beyondrace.com/images/stories/thurston1.jpg" alt="Avalie se ele tivesse encontrado com Ivinho..." width="336" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Avalie se ele tivesse encontrado com Ivinho...</p></div>
<p style="text-align: justify;">Nosso título de hoje vem parafraseando o anônimo compositor da história, com os sinceros votos de que agora, dado que o Século XX acabou pra valer, esteja em paz neste ou em outro mundo. Talvez a fonte de seu transtorno comece no fato de que &#8220;música&#8221; é uma palavra tão corriqueira que normalmente perdemos a noção de sua abrangência. É como a expressão &#8220;todo mundo&#8221;. Às vezes eu me pego pensando sobre como seria se essa expressão realmente traduzisse o seu sentido literal, como por exemplo no comentário: &#8220;Todo mundo vai pra festa na casa de fulaninho, pô, vamo lá&#8221;. Aí você vai pra tal festa e encontra com o presidente Obama na fila do banheiro, amparando um desabrigado do Haiti com a ajuda de voluntários de São Luis do Paraitinga e da Hebe Camargo. Todo mundo é muita gente, e Música quer dizer muita coisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é por acaso que em civilizações mais antigas a Música seja assunto dos deuses, e na nossa &#8211; a saber, ocidental e eurocêntrica &#8211; tenha justamente sido sistematizada primeiramente dentro da Igreja Católica e em seguida pelas diversas denominações protestantes &#8211; que diga-se de passagem fizeram um serviço muito melhor. A Música, assim com letra maíuscula, é muito maior do que todos nós, pois possui a capacidade de operar em diversos níveis e instrumentalizar diversos propósitos, e se faz independente da nossa predisposição indiviual de fazê-la. Nós que trabalhamos nos diversos ofícios ligados à Música por vezes acreditamos na ilusão de que ela nos pertença, cometendo o mesmo erro que um padre, um pastor ou uma mãe-de-santo cometem ao acreditar serem administradores do Divino.</p>
<p style="text-align: justify;">A pergunta do título se desdobra em várias outras, assim como o problema que lhe dá origem não é um só. Provavelmente para nós que trabalhamos com isso, a pergunta é como vamos sobreviver, ou idealmente viver com um mínimo de conforto, de Música em 2010. E nos anos seguintes também, se não for assim tão impossível. Mas para uma pessoa que consome música, esse desdobramento da pergunta não faz muito sentido. A pergunta para esse pessoal é como eles vão ter acesso às faixas dos seus artistas favoritos. Para um jornalista que escreve sobre música, tampouco, assim como para o dono de um bar. Eles dependem da música em seus ofícios, mas estão em outros pontos na cadeia produtiva da música, um ganha salário, o outro ganha dinheiro vendendo bebida.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 339px"><img title="Johnny Rotten" src="http://ivarfjeld.files.wordpress.com/2009/07/johnny-rotten1.jpg" alt="John Lydon, a maior prova de que quem chora direito pode mamar pro resto da vida" width="329" height="248" /><p class="wp-caption-text">John Lydon, a maior prova de que quem chora direito pode mamar pro resto da vida</p></div>
<p style="text-align: justify;">Outro desdobramento dessa pergunta é, para onde vai a música em 2010, esteticamente? Essa é fácil de responder, pois vai para todos os lados, como sempre foi. Durante o Século XX se estabeleceu um formato, que já vinha se consolidando há algum tempo, de canais de distribuição de conteúdo que atingiam um número gigantesco de pessoas. Esses canais &#8211; a imprensa, o rádio e a televisão &#8211; sempre estiveram condicionados a uma equação em que os altos custos de implantação, manutenção e geração de conteúdo precisavam ser subsidiados por terceiros, normalmente o Estado ou a iniciativa privada. O acesso a esses canais também sofria de limitações &#8211; poder aquisitivo, localização geográfica, pra citar alguns &#8211; e consequentemente a quantidade e a diversidade de conteúdo que poderia ser distribuído por esses canais também precisava ser limitado.</p>
<p style="text-align: justify;">O que estas limitações técnicas e financeiras criaram em nós foi uma sensação fictícia de que diferentes tendências e gêneros não podem coexistir. Outro dia, por exemplo, no intervalo de um noticiário, um comercial do portal &#8220;Transparência Brasil&#8221; foi ao ar poucos minutos após mais um replay dos sensacionais vídeos do Governador Arruda distribuindo dinheiro dos contribuintes para seus chapas enfiarem onde bem entendiam. Na segunda metade da década de 70, em pleno auge da disco music, foram feitos discos clássicos de praticamente qualquer outro gênero musical. E o próprio Punk Rock, que no fundo não era novidade alguma, apareceu pro mundo dizendo que nada prestava. Nossa percepção do mundo à nossa volta não precisa estar condicionada àquilo que vemos na televisão, do mesmo modo que o melhor crítico musical do planeta sempre vai ter suas limitações, de tempo, de estilo, condicionadas às suas escolhas.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 178px"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Euterpe"><img class="  " title="Euterpe" src="http://www.goddessaday.com/images/euterpe.jpg" alt="Euterpe, uma das responsáveis por estarmos nessa" width="168" height="288" /></a><p class="wp-caption-text">Euterpe, uma das responsáveis por estarmos nessa</p></div>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia não é diferente. Embora o Emocore brasileiro esteja circulando livremente pelas rádios e palcos do país, eu não sei direito a diferença entre seus principais artistas &#8211; e muito menos cantar o refrão de qualquer um dos seus sucessos. Nenhum deles figura na lista dos 10 melhores discos brasileiros de 2009 da Folha de São Paulo, que contém de fato 10 discos muito bons, mas que provavelmente não agradaram aos adolescentes que gostam dos Emos. Também não vão agradar a todos, e poderiam certamente ser substituídos por quaisquer um dos outros 100 grandes discos que certamente foram feitos no Brasil em 2009.</p>
<p style="text-align: justify;">A boa parte destes nem eu nem você tivemos acesso, inclusive, e o importante dessa constatação é que essa comunicação em diversos níveis está acontecendo. Antes mesmo das questões mercadológicas e monetárias que nos atormentam se resolverem, há Música sendo feita e ouvida como nunca antes, e talvez seja um bom sinal que a melhor parte disso tudo não esteja vinculada aos grandes canais de distribuição. No final das contas, a Música é um canal de comunicação direto entre o músico, a obra e o ouvinte, que se estabelece no momento da audição, em tempo real. Por mais grandioso, endinheirado ou incensado que possa ser, qualquer outro elemento dessa cadeia é meramente secundário.</p>
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		<title>Visite a Luliândia e seja feliz</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 13:11:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>missionariojose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como já é praxe nos dias 13 de cada mês, hoje Lulina também aprontou mais uma. No caso, a inauguração oficial da Lulilândia online. O site é um ótimo exemplo de como um artista pode, nos dias de hoje, trabalhar fora dos limites do esquema disco físico / rede social sem ser redundante. A autoria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Como já é praxe nos dias 13 de cada mês, hoje Lulina também aprontou mais uma. No caso, a inauguração oficial da <a title="Lulilandia" href="http://www.lulilandia.com.br/" target="_blank">Lulilândia</a> online. O site é um ótimo exemplo de como um artista pode, nos dias de hoje, trabalhar fora dos limites do esquema disco físico / rede social sem ser redundante. A autoria é da Luci Kidaka, do <a title="Okiru" href="http://www.okiru.com.br/" target="_blank">Okiru Studio</a>. Visite-nos e divirta-se!!</p>
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		<title>Arriando a Lombra</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 17:11:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>missionariojose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para o dia de hoje eu prometi voltar da viagem que comecei há quinze dias, trazendo a conversa para o nosso quintal, onde estamos falando de música e produção fonográfica / musical. Imaginando uma balança cujos pratos representariam as necessidades de divagar e experimentar do músico / artista de um lado, e a obrigatoriedade de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 224px"><a href="http://blip.fm/~doaqc" target="_blank"><img class="     " title="George Martin" src="http://johnniecraig.files.wordpress.com/2008/09/sir_george_martin.jpg" alt="O produtor dos produtores, Sir George Martin" width="214" height="292" /></a><p class="wp-caption-text">O produtor dos produtores, Sir George Martin</p></div>
<p style="text-align: justify;">Para o dia de hoje eu prometi voltar da viagem que comecei há quinze dias, trazendo a conversa para o nosso quintal, onde estamos falando de música e produção fonográfica / musical. Imaginando uma balança cujos pratos representariam as necessidades de divagar e experimentar do músico / artista de um lado, e a obrigatoriedade de colocar os pés no chão e focar do outro, podemos tentar visualizar a leitura dessa balança ocorrendo em diversos níveis. Existe música cuja finalidade é extremamente prática &#8211; por exemplo, satisfazer a necessidade humana de dançar &#8211; mas cujo processo de criação envolve uma quantidade generosa de abstração, o que é comum em vários segmentos da música eletrônica focada nas pistas. Do mesmo modo, a abordagem de produção pode pesar pra qualquer um dos lados, sendo que o fiel da balança é o resultado de uma equação complexa envolvendo prazos, orçamentos e o estágio da cadeia alimentar em que um determinado projeto esteja localizado. E para tornar a sua experiência aqui em Jardel mais aprazível, em cada foto de produtor nesta página, e em alguns dos links, você pode ouvir uma faixa produzida por ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Entender exatamente o que um produtor musical, o produtor &#8220;de discos&#8221;, não é uma tarefa fácil para quem nunca esteve envolvido em uma produção. Eu mesmo estou tentando há uns 15 anos explicar pra o meu pai, e ainda não consegui. Historicamente, o produtor surge como uma espécie de advogado do diabo, lidando com uns 4 ou 5 diabos ao mesmo tempo. É mais ou menos como se ele fosse o <a title="Peixe Babel" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Peixe_Babel" target="_blank">Peixe Babel</a> no ouvido de todos dentro do estúdio, fazendo com que as coisas funcionem. Na época em que as gravadoras cantavam de galo, o produtor também era o camarada que precisava traduzir as intenções desta para com o artista e vice-versa, e transformar o resultado deste diálogo, de preferência, em um disco de vendagem significativa. Mesmo lá no extinto mundo dourado das gravadoras, não era tão fácil definir exatamente o que um produtor faz, pois desde sempre a quantidade de exceções impede a cristalização de quaisquer regras. Como se chega à função de produtor por um sem-número de caminhos, de um modo geral o máximo que se pode determinar é que um produtor é um grande acumulador e redistribuidor de tarefas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl class="wp-caption alignright" style="width: 234px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://blip.fm/~doc05" target="_blank"><img class="  " title="Lee Perry" src="http://2.bp.blogspot.com/_IuOf44xFFYw/SHXJVmCsvPI/AAAAAAAAAGE/N3I7yefyAzc/s400/lee_perry.jpg" alt="Lee Perry demonstra a melhor técnica pra descobrir se a mix tá batendo" width="224" height="320" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Lee Perry demonstra a melhor técnica pra descobrir se a mix tá &#8220;batendo&#8221;</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">A abordagem de cada um nesse processo varia, da mesma forma, entre os dois lados da nossa balança lá de cima. <a title="Lee Perry" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lee_%22Scratch%22_Perry" target="_blank">Lee Perry</a>, por exemplo, sempre esteve firme e forte pesando no lado pró-viagem. Com um cardápio de técnicas em estúdio que vão do uso um tanto pioneiro de samples &#8211; como é o caso do bebê chorando em &#8220;People Funny Boy&#8221;, a faixa da foto ao lado &#8211; até procedimentos menos ortodoxos como enterrar os rolos de fita no quintal para a música gravada neles &#8216;apurar&#8217;, Perry não poupava esforços nem tempo para transformar em som suas idéias. Essa atitude quase xiita, compartilhada por outros medalhões como o <a title="Phil Spector" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Phil_Spector" target="_blank">Phil Spector</a>, normalmente rende histórias lendárias e uma corrente de desafetos, mas também resultados atemporais, vide a seqüência de singles dos <a title="Dreamland - The Wailers" href="http://www.youtube.com/watch?v=gGFiYRKVQsc" target="_blank">Wailers</a> que ele produziu antes do pau cantar entre Scratch e os rapazes.</p>
<p style="text-align: justify;">O exemplo clássico do desequilíbrio pro lado viajandão é o do turbulento <a title="Brian Wilson" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Brian_Wilson" target="_blank">Brian Wilson</a>, que levou 37 anos pra terminar um <a title="Smile" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Smile_%28Beach_Boys_album%29" target="_blank">disco</a>, que afinal de contas não ficou nem tão legal assim. Tudo bem que Wilson produzia a si mesmo e sua banda, e que a fórmula já tinha dado ao mundo e aos <a title="Beach Boys" href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Beach_Boys" target="_blank">Beach Boys</a> sua <a title="Pet Sounds" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pet_Sounds" target="_blank">obra-prima</a>, mas que o caldo entornou, entornou e foi de muito.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Do outro lado, os produtores &#8220;no-nonsense&#8221; são devotos ferrenhos da crença que é com sangue, suor e muita pré-produção que alcançaremos o paraíso. Esse é o caso do <a title="Rick Rubin" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rick_Rubin" target="_blank">Rick Rubin</a>, famoso por passar bastante tempo em ensaios resolvendo  problemas antes mesmo que eles aconteçam. Um adepto da meditação transcedental, Rubin acredita que não se deve perder tempo girando lâmpada em estúdio, e que boa música se faz com bons músicos se sentindo à vontade para dar o melhor de si. Funcionou com o <a title="RHCP" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Red_Hot_Chili_Peppers" target="_blank">Red Hot Chilli Peppers</a>, mais de uma vez, e acrescentou logo <a title="American Series" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Johnny_Cash_discography#American_Recordings" target="_blank">5 grandes discos</a> à discografia de <a title="Johnny Cash" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Johnny_Cash" target="_blank">Johnny Cash</a>, onde disco bom não é exatamente um item em falta.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><a href="http://blip.fm/~dofs8" target="_blank"><img class=" " title="Rick Rubin" src="http://transitoriamente.files.wordpress.com/2008/09/rick-rubin.jpg" alt="Eu sempre quis ser que nem o Rick Rubin quando crescesse. Pelo menos na barba eu sei que eu me garanto" width="270" height="312" /></a><p class="wp-caption-text">Eu sempre quis ser que nem o Rick Rubin quando crescesse. Pelo menos na barba eu sei que eu me garanto</p></div>
<p style="text-align: justify;">Se a balança pesar muito pra esse lado, vamos encontrar camaradas como o multimilionário <a title="Timbaland" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Timbaland" target="_blank">Timbaland</a>, ou mesmo o celebrado <a title="Butch Vig" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Butch_Vig" target="_blank">Butch</a> &#8216;E não é que o som de bateria do Nevermind é o mesmo do Siamese Dream?&#8217; <a title="Butch Vig" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Butch_Vig" target="_blank">Vig</a> -  a prova do apelido você confere <a title="Smells Like Teen Spirit Excerpt" href="http://blip.fm/~doguo" target="_blank">aqui</a> e <a title="Quiet Excerpt" href="http://blip.fm/~dogyv" target="_blank">aqui</a>. Nesses casos, é comum que o artista se encaixe em alguns &#8216;presets&#8217; do <em>modus operandi </em>do produtor, alguns truques que já tenham se provado mais certeiros. Também dá certo, eu mesmo acho <a title="SexyBack" href="http://blip.fm/~doh9i" target="_blank">SexyBack</a> um single muito decente e bem-resolvido. Coincidentemente, ambos também tem a sua própria carreira como artistas <em>per se</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">E como o próprio rumo da conversa sugere, a fauna é bastante rica entre um extremo e outro, com espécimes realmente interessantes, como <a title="Brian Eno" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Brian_Eno" target="_blank">Brian Eno</a>, que tem no seu cardápio de especialidades o truqe de tirar os músicos da sua &#8216;zona de conforto&#8217; através de boas doses de diletantismo e distração, pra então cair matando e espremer um disco na pressão. Foi assim que saíram alguns dos melhores discos do <a title="Talking Heads" href="http://blip.fm/~dohz8" target="_blank">Talking Heads</a> e na minha opinião o melhor do U2, mas do mesmo modo saiu um &#8220;Viva La Vida&#8221;, que é uma prova cabal que time que está ganhando merece levar um puxão de orelha de quando em vez.</p>
<p style="text-align: justify;">E é no meio do caminho que encontramos o mestre do equilíbrio, Sir George Martin, cujas produções dentro e fora da franquia Beatles são uma aula em vários sentidos. Ele foi capaz de extrair o &#8220;Please Please Me&#8221; na base do fórceps em mais ou menos 12 horas, e também administrar a mega viagem coletiva de &#8220;Tomorrow Never Knows&#8221;. E quando as complicações dos quatro fabulosos se mostraram demais pra aguentar, ele mandou o lima, e fez bastante falta, mostrando que até os Beatles precisavam de alguém no pé do ouvido dizendo pra onde ir.</p>
<p style="text-align: justify;">Passando em revista os nossos convidados de hoje, temos exemplos práticos e funcionais em cada parada dessa escala entre os pés no chão e a cabeça nas nuvens. É interessante perceber que em alguns momentos, todos estes indivíduos acertaram na mosca, e criaram sonoridades e faixar atemporais. Também é curioso ver que a abordagem de cada um não está condicionada à sua porta de entrada no mundo da produção, pois temos desde um &#8216;não-músico&#8217; assumido, como o Eno &#8211; talvez isso explique o Coldplay, de repente &#8211; até um músico com todos os predicados da erudição disponíveis, como o cavaleiro George. Talvez eu tenha acertado ao dizer que um produtor é basicamente um acumulador e redistribuidor de tarefas, uma espécie de gerente multifacetado. Talvez daqui a uns 40, 50 anos essa figura tenha novamente se diluído entre outras novas funções que vão aparecendo à medida que o mercado da música como o conhecemos se transforma naquele ao qual vamos ter que nos adaptar. O certo mesmo é que alguém sempre vai ter que escolher qual take foi a boa.</p>
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		<title>Aventuras em Diversos Canais, Cap. 2 &#8211; Sivuca &amp; OSR &#8211; João e Maria</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 00:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>missionariojose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Voltando à nossa série, e também a 2004, resolvi buscar uma faixa que pra mim teve um significado muito importante, de uma forma quase multidisciplinar, digamos assim. Não é todo o dia em que você grava uma das suas músicas favoritas com o próprio compositor dela. E João e Maria é uma das minhas músicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Voltando à nossa série, e também a 2004, resolvi buscar uma faixa que pra mim teve um significado muito importante, de uma forma quase multidisciplinar, digamos assim. Não é todo o dia em que você grava uma das suas músicas favoritas com o próprio compositor dela. E João e Maria é uma das minhas músicas preferidas, desde sempre, fato devidamente documentado em alguma fita K7 onde estou eu lá cantando com uns três anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa das diversas pausas no disco d&#8217;Azabumba, eu fui convidado pelo Paulo Lima &#8211; possivelmente o melhor diretor que o Depto. de Música da UFPE já teve, sem dúvida o mais camarada &#8211; e pelo Osman Gioia &#8211; que foi meu professor na especialização e também é o Regente da Orquestra Sinfônica do Recife &#8211; pra gravar um disco da OSR com o Sivuca, executando um repertório que já fazia tempo que era executado em seus concertos com Orquestras em geral, e da OSR com ele &#8211; que também foi responsável por todas as orquestrações.</p>
<p style="text-align: justify;">A idéia seria gravar no Teatro do Centro de Convenções da UFPE, que não é a melhor das salas, mas também está longe de ser a pior. Na verdade, é uma sala bem-comportada, talvez com uma reverberação um pouco longa demais. Definitivamente não é tão suscetível aos ruídos do exterior quanto o Sta. Isabel, por exemplo, que tem uma acústica muito legal, mas um isolamento de mentira, e é bem mais útil pra gravação do que o Teatro Guararapes, talvez grande demais. E bom, faz parte do conglomerado UFPE, então ficava bem mais acessível para o Depto., pra começo de conversa.</p>
<p style="text-align: justify;">O equipamento para a gravação foi o do próprio estúdio, devidamente desmontado e levado pro teatro, e ficou sob os cuidados meus, do grande Adriano Nascimento, e do Marcílio. Gravamos com um par espaçado, tendo a opção de um terceiro microfone central caso o centro ficasse muito vazio, e alguns microfones pontuais por naipe, além de um microfone para a Sanfona solo. O Adriano e o Marcílio ficaram cuidando da botoeira e dos níveis, e eu cuidei de olhar as grades e acompanhar a orquestra pra ninguém passar a perna na gente. O disco foi todo feito em uma semana, começando com a montagem e ajustes na segunda-feira, e na quinta já tínhamos tudo no HD.</p>
<p style="text-align: justify;">Gravar orquestra é um dos maiores exercícios de organização e foco, e uma aula de como resolver os problemas de uma produção antes que eles se tornem problemas. Antes de mais nada, o empenho de reunir uma Orquestra Sinfônica, em qualquer lugar do mundo, está além das forças de qualquer indivíduo. Depois de reunido, acomodado e microfonado, é sempre bom lembrar que estamos falando de umas duzentas pessoas, e não de quatro ou cinco. Pra mandar rodar um take, é melhor checar algumas vezes se está tudo ligado, com exceção dos celulares. E ouvir &#8211; e anotar &#8211; o que acontece no take, pra saber se precisa refazer tudo, só um pedaço. E lembrar que uma parada pro cafezinho tende a levar entre 40 minutos e uma hora. Mais ainda quando a orquestra é repleta de figuras do naipe de <a title="Joinha Records" href="http://www.myspace.com/joinharecords" target="_blank">Homero Basílio</a> e João do Cello.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, é um som que tá ali, tá pronto. Ao contrário de uma mixagem de música popular, em que você normalmente constrói um som ancorado em alguns elementos, com a orquestra você parte de uma perspectiva que já existe, é só não estragar. No nosso caso particular, usamos a técnica de gravar uma claquete pra alinhar todos os microfones pontuais com os microfones do ambiente, que economizou um bocado de tempo na preparação das faixas pra edição e mixagem. A edição foi quase nenhuma, meramente juntar algum material que tenha chamado mais atenção de um take com outro, e a mixagem foi praticamente um passeio no Parque da Jaqueira ao por-do-sol.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda tivemos a sorte de conseguir lançar o disco com o Sivuca no Teatro Sta. Isabel, em uma de suas últimas apresentações. Impecável, como sempre.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.jardelmusic.com/wp-content/uploads/2009/04/joao-e-maria.mp3">João e Maria</a></p>
<p style="text-align: justify;">Procure saber:</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="Sivuca - Site Oficial" href="http://www.sivuca.com.br" target="_blank">Sivuca &#8211; Site Oficial</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a title="Sivuca - Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sivuca" target="_blank">Verbete da Wikipédia</a></p>
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		<title>Possível Capa de Disco &#8211; N. 434</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 17:02:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>missionariojose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Da série &#8220;Landings&#8221; do fotógrafo Branislav Kropilak Share on Facebook]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.kropilak.com/"><img class="alignnone" title="Landings, n. 07" src="http://www.kropilak.com/files/landings.07.jpg" alt="" width="560" height="340" /></a></p>
<p>Da série &#8220;Landings&#8221; do fotógrafo Branislav Kropilak</p>
<p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jardelmusic.com/2009/03/14/possivel-capa-de-disco-n-434/" target="_blank" title="Share on Facebook">Share on Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Conselhos Que Vos Deixo &#8211; Pt. 1</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 13:07:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>missionariojose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#60;pianinho&#62; Nunca botes estrelinhas ou asteriscos antes do teu nome. Algum amigo pode exportar os dados da agenda pra organizar os contatos e ficas lá, entre os caracteres não alfabéticos. &#60;/pianinho&#62; Share on Facebook]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&lt;pianinho&gt;</p>
<p>Nunca botes estrelinhas ou asteriscos antes do teu nome. Algum amigo pode exportar os dados da agenda pra organizar os contatos e ficas lá, entre os caracteres não alfabéticos.</p>
<p>&lt;/pianinho&gt;</p>
<p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jardelmusic.com/2009/03/13/conselhos-que-vos-deixo-pt-1/" target="_blank" title="Share on Facebook">Share on Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Não é só a gente que é doido.</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 12:39:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>missionariojose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O véio sempre foi e sempre será! Jardel Translator &#8211; &#62; O &#8220;Véio&#8221; sempre é Neil Young. No caso de Domingos Júnior, é o &#8220;Véi&#8221;, sem a letra &#8220;o&#8221;. No caso de Diogo Bob, é o &#8220;Veínho&#8221;. Ainda sobre nossa terra queria, um dos astros jardelenses de maior grandeza &#8211; Felipe Vieira &#8211; está de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.pitchforkmedia.com/article/news/148514-neil-young-to-release-potentially-batshit-concept-album" target="_blank">véio</a> sempre foi e sempre será!</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 260px"><img title="Neil Young" src="http://assets1.pitchforkmedia.com/images/original/148514.neil%20young.jpg" alt="Enquando andróides sonham com ovelhas elétricas, o véio canta sobre carros elétricos" width="250" height="150" /><p class="wp-caption-text">Enquando andróides sonham com ovelhas elétricas, o véio canta sobre carros elétricos</p></div>
<p><span style="color: #008000;">Jardel Translator &#8211; &gt;</span> O &#8220;Véio&#8221; sempre é Neil Young. No caso de Domingos Júnior, é o &#8220;Véi&#8221;, sem a letra &#8220;o&#8221;. No caso de Diogo Bob, é o &#8220;Veínho&#8221;.</p>
<p>Ainda sobre nossa terra queria, um dos astros jardelenses de maior grandeza &#8211; Felipe Vieira &#8211; está de casa nova, lembrando sempre que <a href="http://bovinusmamare.blogs.sapo.pt/">mamar no boi, ninguém quer</a>. E nós voltamos sãos e salvos do carnaval. E estamos no embalo de um serviço bem bacana, sobre o qual vamos falar em breve.</p>
<p>Greetings and Love</p>
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		<title>Reminiscências de Sexta à Noite</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jan 2009 22:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>missionariojose</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje eu me deparei com um artigo bem interessante sobre a história da música e dos instrumentos eletrônicos, que se destaca por ser bastante simples, com várias ilustrações &#8211; inclusive uma imagem do piano Audion, que eu nunca tinha visto: Audion Piano Esse texto é uma boa opção pra quem se interessa sobre o assunto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Hoje eu me deparei com um <a href="http://mundoestranhodepb.blogspot.com/2009/01/vanderlei-lucentini-texto-msica.html">artigo</a> bem interessante sobre a história da música e dos instrumentos eletrônicos, que se destaca por ser bastante simples, com várias ilustrações &#8211; inclusive uma imagem do piano Audion, que eu nunca tinha visto:</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_15" class="wp-caption alignnone" style="width: 275px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.flickr.com/photos/29656664@N04/3205656892/"><img class="size-full wp-image-15" title="Audion Piano" src="http://www.jardelmusic.com/wp-content/uploads/2009/01/3205656892_36c8d8170d_o.jpg" alt="Audion Piano" width="265" height="174" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Audion Piano</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Esse texto é uma boa opção pra quem se interessa sobre o assunto, mas não quer encarar muita teoria. É importante também porque fala muito sobre as questões estéticas que orientaram boa parte dessa história toda. Agradecemos ao <a href="http://www.flickr.com/photos/29656664@N04/">Paulo Beto</a> pela pesquisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje também começou um negócio de doido que é a <a title="Global Game Jam" href="http://globalgamejam.org/">Global Game Jam</a>, uma competição internacional em que equipes do mundo inteiro tentam criar um jogo em 48 horas. No site você pode escolher algum lugar do mundo onde as pessoas estejam virando bicho, e assistir ao vivo. O Recife inclusive está representado pelo <a href="http://igdarecife.wordpress.com/">IGDA</a>, com coordenação do nosso amigo Arthur Mittelbach.</p>
<p style="text-align: justify;">E mais tarde tem show do <a href="http://tonydagatorra.blogspot.com/">Tony da Gatorra</a>. Espero que a chuva permita.</p>
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