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	<title>Comments on: Arriando a Lombra</title>
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	<description>Música e Áudio</description>
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		<title>By: Vina</title>
		<link>http://www.jardelmusic.com/2009/09/21/arriando-a-lombra/comment-page-1/#comment-1182</link>
		<dc:creator>Vina</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 14:12:28 +0000</pubDate>
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		<description>Joseph, que beleza de hipertexto, hein? 

Coisa linda de se ler. Prazeroso, informativo, leve e, sobretudo, didático (i told you so)! Até Malu, que não especificamente da área, lê sempre.

Eu concordo com Lustavinho (menino bom, saudades) no comentário-quase-post dele.

Só queria acrescentar que, tendo em mente a óbvia relevância do resultado final (música) sobre o processo (produção), o segundo tem cada vez mais despertado interesse no público geral. 

Eu tenho a impressão que, cada vez mais, o público médio quer saber como aquela música fodona foi gerada. Em que condições, de que forma, etc.
Por isso a gente tem tanto interesse por making off (olha Malu entrando no contexto). 

Minha mãe, que não tá nem perto de ser musicista, adora os Tribalistas. Ela tem o dvd, e o comentário dela sobre ele é que Carlinhos Brown usa um secador de cabelo numa das faixas. Tá claro que primeiro ela gostou da música, depois adquiriu o dvd e viu como aquela era tocada. Aí então viu o making off, e de alguma forma aquilo a fascinou. Tenho a impressão que ela não é a única. 

E pra explicar esse encantamento geral ao saber como um disco foi produzido, eu sugiro um post zeguilhermiano @ jardelmusic. O quintal da produção musical.

Parabéns sempre, Zé.

Abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Joseph, que beleza de hipertexto, hein? </p>
<p>Coisa linda de se ler. Prazeroso, informativo, leve e, sobretudo, didático (i told you so)! Até Malu, que não especificamente da área, lê sempre.</p>
<p>Eu concordo com Lustavinho (menino bom, saudades) no comentário-quase-post dele.</p>
<p>Só queria acrescentar que, tendo em mente a óbvia relevância do resultado final (música) sobre o processo (produção), o segundo tem cada vez mais despertado interesse no público geral. </p>
<p>Eu tenho a impressão que, cada vez mais, o público médio quer saber como aquela música fodona foi gerada. Em que condições, de que forma, etc.<br />
Por isso a gente tem tanto interesse por making off (olha Malu entrando no contexto). </p>
<p>Minha mãe, que não tá nem perto de ser musicista, adora os Tribalistas. Ela tem o dvd, e o comentário dela sobre ele é que Carlinhos Brown usa um secador de cabelo numa das faixas. Tá claro que primeiro ela gostou da música, depois adquiriu o dvd e viu como aquela era tocada. Aí então viu o making off, e de alguma forma aquilo a fascinou. Tenho a impressão que ela não é a única. </p>
<p>E pra explicar esse encantamento geral ao saber como um disco foi produzido, eu sugiro um post zeguilhermiano @ jardelmusic. O quintal da produção musical.</p>
<p>Parabéns sempre, Zé.</p>
<p>Abraço!</p>
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	<item>
		<title>By: lenza</title>
		<link>http://www.jardelmusic.com/2009/09/21/arriando-a-lombra/comment-page-1/#comment-1175</link>
		<dc:creator>lenza</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 14:51:55 +0000</pubDate>
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		<description>Realmente, a figura do produtor está ficando cada vez mais &quot;na moda&quot; e cada vez mais difícil de explicar... ainda mais na nossa época em que todo mundo faz de tudo no processo de gravação, edição, mix, master, etc.

Acho muito perigosa essa inversão de papéis onde o produtor tem mais destaque que o próprio artista. Se a embalagem é melhor que o presente, alguma coisa tá errada! E tem muita gente que adora enxergar isso no trabalho dos outros e nunca ficou mais de meia hora dentro do estúdio pra ver o que se passa lá.

O artista normalmente tem a sensibilidade e o dom, mas muitas vezes tem dificuldade de síntese e falta/excesso de apego com suas próprias ideias.
Nesse caso, o papel do produtor é apenas de organizador dessas idéias e cabe a ele mostrar o caminho, assim como Winston Wolf, personagem de Harvey Keitel em Pulp Fiction. Mas isso é apenas um...

Produzir uma banda é como dirigir um time;
O produtor está para o disco assim como o diretor ou o editor está para um filme;
Tem produtor que não sabe fazer um Lá no violão e não consegue fazer um microfone funcionar;
O produtor tem que ser um pouco psicólogo também...
Tudo isso também é válido para definir o produtor. 

Ao mesmo tempo, o processo hoje em dia, como vc mesmo falou em outro artigo, está muito mais colaborativo. É um fenômeno facilitado pela tecnologia que democratizou e abriu muitas possibilidades na nossa atividade. Isso ajuda a confundir ainda mais na hora de creditar quem fez o que, classificar o tipo de música, explicar pra mãe ou pro pai o que vc faz... normal!

Mas, se não tem alguém pra dar a palavra final, o disco não sai, ou pode demorar 37 anos pra ficar pronto!

No final, o importante ainda é o resultado final, a música (pelo menos pra mim). E se ela ainda &quot;toca&quot; as pessoas, missão cumprida! O resto é assunto pra uma breja bem gelada no quintal!

Muito bom esse artigo, Zé!
Aliás, parabéns pelo wiki/blog (mais uma vez!)
Já é referência!
um abs</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente, a figura do produtor está ficando cada vez mais &#8220;na moda&#8221; e cada vez mais difícil de explicar&#8230; ainda mais na nossa época em que todo mundo faz de tudo no processo de gravação, edição, mix, master, etc.</p>
<p>Acho muito perigosa essa inversão de papéis onde o produtor tem mais destaque que o próprio artista. Se a embalagem é melhor que o presente, alguma coisa tá errada! E tem muita gente que adora enxergar isso no trabalho dos outros e nunca ficou mais de meia hora dentro do estúdio pra ver o que se passa lá.</p>
<p>O artista normalmente tem a sensibilidade e o dom, mas muitas vezes tem dificuldade de síntese e falta/excesso de apego com suas próprias ideias.<br />
Nesse caso, o papel do produtor é apenas de organizador dessas idéias e cabe a ele mostrar o caminho, assim como Winston Wolf, personagem de Harvey Keitel em Pulp Fiction. Mas isso é apenas um&#8230;</p>
<p>Produzir uma banda é como dirigir um time;<br />
O produtor está para o disco assim como o diretor ou o editor está para um filme;<br />
Tem produtor que não sabe fazer um Lá no violão e não consegue fazer um microfone funcionar;<br />
O produtor tem que ser um pouco psicólogo também&#8230;<br />
Tudo isso também é válido para definir o produtor. </p>
<p>Ao mesmo tempo, o processo hoje em dia, como vc mesmo falou em outro artigo, está muito mais colaborativo. É um fenômeno facilitado pela tecnologia que democratizou e abriu muitas possibilidades na nossa atividade. Isso ajuda a confundir ainda mais na hora de creditar quem fez o que, classificar o tipo de música, explicar pra mãe ou pro pai o que vc faz&#8230; normal!</p>
<p>Mas, se não tem alguém pra dar a palavra final, o disco não sai, ou pode demorar 37 anos pra ficar pronto!</p>
<p>No final, o importante ainda é o resultado final, a música (pelo menos pra mim). E se ela ainda &#8220;toca&#8221; as pessoas, missão cumprida! O resto é assunto pra uma breja bem gelada no quintal!</p>
<p>Muito bom esse artigo, Zé!<br />
Aliás, parabéns pelo wiki/blog (mais uma vez!)<br />
Já é referência!<br />
um abs</p>
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		<title>By: Berna</title>
		<link>http://www.jardelmusic.com/2009/09/21/arriando-a-lombra/comment-page-1/#comment-1174</link>
		<dc:creator>Berna</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 22:40:00 +0000</pubDate>
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		<description>... acho q em tempos de liseu eterno e de projetos aprovados pela metade do orçamento original, a pré é &#039;quase&#039; tudo, valeu zé, tá massa!
abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; acho q em tempos de liseu eterno e de projetos aprovados pela metade do orçamento original, a pré é &#8216;quase&#8217; tudo, valeu zé, tá massa!<br />
abraço</p>
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